DAB

A vontade de cada pessoa não tem qualquer papel para interferir com a presença ou ausência de um transtorno Bipolar.Isto liberta-a da culpa, mas não da responsabilidade de tratar de alguns aspectos da doença.Não pode decidir se é ou não bipolar, setem ou não ciclos rápidos ou sintomas psicóticos ou se apresentará um episódio depressivo no próximo mês.No entanto, pode decidir fazer ou não o tratamento de forma correta,regular o seu sono,não consumir drogas,álcoole exercermais ou menos actividade segundo a orientação do médico. Esta é a sua responsabilidade. Uma doença incurável? Se por incurável entendemos que não existe nehuma medicação que consiga que alguém deixede ser bipolar,então sim, a doença bipolar é incurável.É uma condição que, de algum modo,acompanhará aquele que a sofre durante toda a vida . Esta é a má notícia . Vamos para a boa; é uma doença incurável,mas não significa que não se pode tratar . Com as medicações disponíveis actualmente é possível esperar que a pessoa que sofre um transtorno bipolar esteja estável durante longos periodos, conseguindo manter adoença compensada,adormecida,semapresentar qualquer sintoma e funcionando como pessoa que não padece da doença. Para isto,é imprescendível tomar a medicação adequada durante toda a vida . Qual será o risco de transmissão? Os filhos de pessoas que sofrem de Transtorno bipolar,correm maior riscode vira padecer da doença(doque filhos de pessoas que não sofrem a doença) Noentanto, este risco é de (20%-25%) se só um dos progenitores padecer a doença-com uma probabilidade um pouco maior de transmissão,da parte da mãe que do pai.Dito de outra forma,um filho tem (75%-80%) de possibilidades de não padecer da doença. Por outro lado,nem se observa uma herança imediata:às vezes a doença "pula" uma ou ou duas gerações.Por exemplo, quem lhe transmitiuo transtorno podeter sido um bisvô.Para além disto,nem sempre se herda a doença com a mesma intensidade ou da mesma maneira ;um pai bipolar tipoIpode ter um filho ciclotímico.

Comentários

Mensagens populares deste blogue

O pastel de feijão – coisa de memória e de gula.

Cavacórios e cavacas

Final agrião